Conexão Saúde

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Nexyun lança campanha Autoridade em Vendas e amplia oportunidades de premiação para corretores

A ação integra o planejamento comercial da empresa para os ciclos 2026 e 2027

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Projeto veta uso de dados preditivos no seguro saúde

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Susep apura alto índice de escolaridade dos Corretores de Seguros

Susep apura alto índice de escolaridade dos Corretores de Seguros

Dos 85.617 profissionais com registros ativos, no momento, mais de 69,6 mil (81,4%) têm curso superior completo ou incompleto.

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ANS intima operadoras de saúde e aplica multas por infrações à legislação

ANS intima operadoras de saúde e aplica multas por infrações à legislação

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Dia Imperdível da Unimed Natal supera meta e registra mais de 3,3 mil novas vidas em um único dia

Terceira edição da ação reuniu corretores em uma mobilização especial de vendas

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A Unimed Natal alcançou, em 2026, seu melhor desempenho dos últimos cinco anos em um dos principais indicadores da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS): o Índice Geral de Reclamações (IGR).

O indicador caiu de 58,33 para 38,52 registros por 100 mil beneficiários

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Viver Saúde inaugura terceira unidade da Viver Clínica em Natal

A abertura marca um momento importante na trajetória da operadora

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Consulta pública da ANS discute contratos e reajustes na saúde suplementar

Consulta pública da ANS discute contratos e reajustes na saúde suplementar

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) está com consulta pública aberta.

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Plano de saúde pet avança no Brasil em meio à alta dos gastos com cães e gatos

Plano de saúde pet avança no Brasil em meio à alta dos gastos com cães e gatos

om brasileiros destinando até 8% do orçamento aos animais de estimação, mercado de assistência veterinária acelera crescimento e mira expansão nacional

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Nexyun lidera vendas da Amil em Minas Gerais

Destaque na comercialização de produtos PME nas modalidades saúde e odontológico.

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Família Green nasce da parceria entre Conexão Saúde e Unimed Natal

Parceria reforça valores de pertencimento, cuidado e conexão que fazem parte da essência da Unimed Natal

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MedSênior no Seguro Sem Mistério: longevidade, propósito e a economia prateada que está redesenhando o mercado

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Episódio contou com a participação de Rafael Maganete, Vice-Presidente Comercial da MedSênior

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Onmed Saúde reforça diretoria comercial e amplia estratégia de crescimento nacional

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A Onmed Saúde, empresa do Grupo ESB.Corp

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Daniel Prando é o novo CIO da Hapvida NotreDame Intermédica

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Com passagens por Centauro, GPA e Tok&Stok, executivo assume a vice-presidência de tecnologia da operadora

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GEAP firma parceria com Unimed Nacional e Hapvida para ampliar atendimento em todo o Brasil

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Novos acordos ampliam rede credenciada e prometem melhorias na assistência aos beneficiários da Geap Saúde

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Grupo Bradesco Seguros realiza DesBRAva Day e fortalece cultura de inovação com formação estruturada de funcionários

Grupo Bradesco Seguros realiza DesBRAva Day e fortalece cultura de inovação com formação estruturada de funcionários

Encontro anual estratégico conecta teoria e prática, promove imersão no ecossistema de inovação e prepara profissionais para os desafios do futuro

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Projeto cria nova profissão, que irá concorrer com o Corretor de Seguros

Projeto cria nova profissão, que irá concorrer com o Corretor de Seguros

regulamentando a profissão de Consultor de Proteção Patrimonial Mutualista

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ANS avança em modelo de cuidado integral para transformar a saúde suplementar no Brasil

ANS avança em modelo de cuidado integral para transformar a saúde suplementar no Brasil

Iniciativa busca ampliar a qualidade do cuidado, fortalecer a sustentabilidade do setor e promover longevidade com foco em prevenção, coordenação assistencial e experiência do paciente.

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Viver em Ação leva saúde e movimento às ruas de Natal neste fim de semana

Viver em Ação leva saúde e movimento às ruas de Natal neste fim de semana

Ação da Viver Saúde reúne eventos esportivos e de bem-estar entre sábado e domingo na capital potiguar.

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Consulta Pública Nº 170: ANS prorroga prazo para o recebimento de contribuições

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Consulta Pública nº 170, com o objetivo de obter contribuições da sociedade

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“Conexão Futuro Seguro”: último dia para inscrições

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Receita da SulAmérica avança para R$ 8,7 bilhões no 1T26

Receita da SulAmérica avança para R$ 8,7 bilhões no 1T26

A SulAmérica encerrou o primeiro trimestre de 2026 com receita líquida de R$ 8,7 bilhões, alta de 7,9% em relação ao mesmo período de 2025, impulsionada principalmente pelo crescimento da base de beneficiários. O EBITDA da operação somou R$ 849,9 milhões no trimestre, avanço de 28,8% na comparação anual. Considerando o resultado financeiro dos ativos vinculados, o EBITDA ajustado atingiu R$ 1,27 bilhão, crescimento de 29% frente ao primeiro trimestre do ano passado. Segundo a companhia, o desempenho foi sustentado pela evolução dos indicadores operacionais, crescimento da carteira de clientes e aumento do ticket médio. Integrada ao ecossistema da Rede D’Or, a operação mantém atuação independente. “A combinação entre expansão da base, crescimento da receita e evolução dos nossos indicadores operacionais, mostra a consistência da estratégia que temos implementado nos últimos anos. Seguimos crescendo com disciplina e fortalecendo nossa capacidade de entregar uma experiência cada vez mais qualificada aos beneficiários”, afirma Raquel Reis, CEO da SulAmérica Saúde e Odonto. Ao final de março, a companhia ultrapassou a marca de 6 milhões de beneficiários nos segmentos de saúde e odontologia, crescimento de 11,4% em relação ao mesmo período de 2025. No segmento de saúde, a carteira encerrou o trimestre com 3,2 milhões de segurados, alta anual de 7,1%, impulsionada pela adição líquida de 209 mil vidas. Já em odontologia, a base alcançou 2,8 milhões de beneficiários, avanço de 16,8% na comparação anual. Segundo a empresa, o desempenho reflete principalmente o fortalecimento da atuação regional e o crescimento no segmento de pequenas e médias empresas (PMEs). A SulAmérica também registrou melhora nos indicadores operacionais. A sinistralidade consolidada dos segmentos de saúde e odontologia ficou em 77,2% no primeiro trimestre, redução de 1,4 ponto percentual em relação ao mesmo período de 2025. De acordo com a companhia, o resultado reflete medidas implementadas nos últimos anos voltadas à gestão operacional e assistencial, mantendo o indicador em patamares próximos aos registrados antes da pandemia. “A melhora da sinistralidade reflete uma operação mais eficiente e madura, resultado de iniciativas implementadas ao longo dos últimos anos para aprimorar gestão, produtividade e sustentabilidade do negócio”, completa Raquel Reis. TAGS: 2026, SulAmérica Saúde e Odonto, SulAmrérica

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Oito anos após revogação, norma sobre coparticipação em planos volta a ser discutida na ANS

A intenção é estabelecer parâmetros para limitar cobranças consideradas abusivas e definir em quais situações a coparticipação poderia ser utilizada.

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ESB Corp reforça atuação voltada à eficiência e sustentabilidade na saúde suplementar

ESB Corp reforça atuação voltada à eficiência e sustentabilidade na saúde suplementar

A holding ESB Corp amplia sua atuação em modelos de gestão orientados à eficiência operacional e à sustentabilidade da saúde corporativa, em meio ao avanço das discussões sobre o aumento dos custos da saúde suplementar no Brasil. O tema ganhou destaque durante a Health Conference, promovida pelo Brazil Journal, em abril de 2026, em São Paulo, evento que reuniu representantes do mercado, operadoras e órgãos reguladores. Durante o evento, o diretor-presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Wadih Damous, defendeu que o setor precisa avançar em eficiência operacional e não apenas na transferência de custos ao consumidor e às empresas. A discussão ocorre em um cenário de forte pressão financeira sobre o sistema. Dados da ANS mostram que as despesas assistenciais das operadoras médico-hospitalares ultrapassaram R$ 240 bilhões em 2025, refletindo o aumento da utilização dos serviços de saúde, da incorporação tecnológica e da complexidade assistencial. O cenário reforça uma percepção crescente dentro do setor: ampliar acesso à saúde, isoladamente, não garante eficiência nem sustentabilidade no longo prazo. A discussão passa, cada vez mais, pela capacidade de estruturar sistemas organizados, com gestão integrada, monitoramento contínuo e uso estratégico de dados para garantir qualidade assistencial, previsibilidade e maior equilíbrio operacional. É nesse contexto que a ESB Corp estrutura modelos voltados à gestão integrada da saúde corporativa, com foco em governança, inteligência analítica e organização operacional. A holding atua na integração entre tecnologia, dados e acompanhamento contínuo de indicadores assistenciais e financeiros, buscando ampliar eficiência sem perder de vista a qualidade da experiência dos usuários. Para o presidente do conselho da empresa, Fernando Alves Vieira, o setor atravessa uma mudança importante na forma de administrar saúde corporativa. “O mercado começa a entender que crescimento sem gestão estruturada não é suficiente para garantir sustentabilidade. Hoje, temas como previsibilidade, eficiência operacional e capacidade de análise passaram a ocupar papel central nas estratégias das empresas”, afirma. Segundo o executivo, a sustentabilidade do sistema depende da capacidade de transformar informação em gestão prática e acompanhamento contínuo. “A discussão sobre saúde suplementar começa a migrar de um modelo centrado apenas em acesso para uma visão mais orientada à eficiência e organização. Quando existem dados confiáveis, processos bem definidos e monitoramento permanente, as decisões se tornam mais assertivas. Isso contribui para reduzir desperdícios, melhorar a experiência dos usuários e ampliar a capacidade de entrega do sistema”, observa. A estratégia da ESB Corp contempla modelos voltados à atenção primária, monitoramento de indicadores, suporte emocional e gestão preventiva da saúde dos colaboradores. A proposta é ampliar a eficiência operacional sem comprometer a qualidade da assistência oferecida, fortalecendo estruturas capazes de responder de forma mais sustentável às demandas crescentes do setor. O debate sobre sustentabilidade também vem sendo ampliado por entidades do mercado. Estudo divulgado pela Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) aponta que o envelhecimento populacional, o aumento da demanda assistencial e a incorporação de novas tecnologias continuarão pressionando os custos da saúde suplementar nos próximos anos, exigindo maior eficiência de gestão por parte de todos os agentes envolvidos. Na avaliação de Vieira, a tendência é que a saúde corporativa passe a ser tratada de forma cada vez mais estratégica pelas empresas. “A discussão deixou de estar concentrada apenas no acesso ao benefício. O foco agora também envolve qualidade da gestão, capacidade de monitoramento, organização operacional e sustentabilidade das operações no médio e longo prazo. Sistemas mais eficientes tendem a ampliar a capacidade de entrega da saúde de forma mais consistente e acessível”, conclui. Sobre a ESB Corp – A ESB Corp é uma holding estratégica de investimentos voltada à estruturação e desenvolvimento de negócios nos setores de saúde, tecnologia e serviços financeiros. Presente em 26 estados e no Distrito Federal, atua como plataforma de soluções corporativas para organização e eficiência de sistemas complexos.

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MedSênior projeta investir R$ 109 milhões e abrir novas unidades em 2026

Operadora de saúde capixaba vai ampliar a estrutura no Espírito Santo além de abrir unidades no Rio de Janeiro e Distrito Federal

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Bradsaúde estreia na B3 já integrada ao ISE, IDIV e IBrX 100 e reforça compromisso com agenda ESG

Bradsaúde estreia na B3 já integrada ao ISE, IDIV e IBrX 100 e reforça compromisso com agenda ESG

Empresa inicia sua trajetória no Novo Mercado com reconhecimento em sustentabilidade, relevância de mercado e geração de valor, refletindo legado sólido das companhias que a originaram

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Hapvida: 1T traz surpresa positiva e ações saltam 9,3%

Resultados que surpreenderam positivamente

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Reajuste de planos coletivos: ANS confirma tendência de desaceleração dos percentuais

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) atualizou o Painel de Reajustes de Planos Coletivos, ferramenta que reúne estatísticas consolidadas sobre os reajustes aplicados pelas operadoras de planos de saúde em contratos coletivos empresariais e por adesão. Com dados até fevereiro de 2026, o painel interativo apresenta informações agrupadas por tipo de contratação, porte do contrato, modalidade e porte da operadora, além de permitir consultas individualizadas por operadora. Os percentuais refletem os reajustes anuais informados pelas operadoras com base na variação de custos efetivamente praticada. As informações do Painel RPC são alimentadas pelo conjunto de dados “Reajuste de Planos Coletivos”, disponível no Portal Brasileiro de Dados Abertos. Os dados abrangem os reajustes praticados nos contratos firmados sob a regulamentação da Lei nº 9.656/98, com preço preestabelecido, e são atualizados trimestralmente após o encerramento do envio dos comunicados pelas operadoras. Cobertura médico-hospitalar Reajuste médio E/nquanto o reajuste médio aplicado aos contratos coletivos de assistência médico-hospitalar de 2025 foi de 10,76%, o reajuste médio aplicado nos dois primeiros meses de 2026 foi de 9,9%. Nota-se, portanto, que os dois primeiros meses de 2026 sinalizam uma continuidade na desaceleração do reajuste médio dos contratos coletivos de assistência médico-hospitalar, iniciada em 2024.

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Alexandre Coelho assume Diretoria Comercial da Linha Premium da Hapvida e inicia nova fase no setor

Executivo com 25 anos de trajetória na saúde suplementar chega à maior operadora de saúde do país para liderar expansão estratégica dos produtos PPO O mercado de saúde suplementar acompanha um novo movimento de destaque com a chegada de Alexandre Coelho à Hapvida , maior operadora de saúde do Brasil. Reconhecido como uma das principais lideranças do setor, o executivo assume a Diretoria Comercial dos Produtos PPO (Linha Premium), reforçando a estratégia de expansão da companhia em um segmento altamente competitivo. Com uma trajetória consolidada ao longo de 25 anos de atuação no setor, Alexandre construiu uma carreira marcada por resultados expressivos, relacionamento sólido com os principais players do mercado e forte atuação nacional. Sua experiência reúne 10 anos em operadoras de saúde e 15 anos em administradoras de benefícios, período em que fortaleceu canais de vendas e liderou importantes projetos comerciais em todo o país. Ao comentar o novo desafio, Alexandre destacou o entusiasmo com a nova etapa profissional. “É com muita alegria que inicio minha jornada na maior operadora de saúde do país. Chego motivado para dar continuidade a essa história ao lado de grandes profissionais e sob a vice-presidência de Gian Lucchesi, uma referência admirável em nosso setor. Vamos retomar uma parceria que já gerou grandes resultados.” A chegada do executivo representa um movimento estratégico para a Hapvida no fortalecimento da sua linha premium, segmento que exige alta capacidade de relacionamento comercial, visão de mercado e gestão orientada à performance. Conhecido pela atuação pautada em trabalho, humildade e parceria, Alexandre reforçou o compromisso de construir uma trajetória colaborativa junto aos parceiros comerciais em todo o Brasil. “O desafio me move. E ao lado de nossos parceiros, vamos construir algo ainda maior. Seguimos em frente, mais juntos do que nunca.” A nomeação sinaliza um novo ciclo para a companhia e reforça o protagonismo de Alexandre Coelho como uma das vozes mais influentes da saúde suplementar brasileira.

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ANS avalia incluir remédio de alto custo no rol dos planos de saúde mediante queda de preço

A ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) avalia um novo instrumento para a incorporação de medicamentos de alto custo no rol de procedimentos, exames, terapias e cirurgias que devem ser obrigatoriamente cobertos pelos planos de saúde. A proposta, que já resultou em um caso concreto, é firmar um termo de responsabilidade com a indústria farmacêutica no qual se negocia um desconto, e o laboratório se compromete formalmente, por meio de contrato, a manter as condições ofertadas. A incorporação do medicamento dupilumabe, da farmacêutica Sanofi, voltado ao tratamento de pacientes com DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica) grave, passou a ter cobertura obrigatória em março deste ano, marcando a estreia do novo modelo. Assinado em fevereiro deste ano, o acordo envolve um desconto de 5% sobre o preço estabelecido pela CMED (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos), mais 10% de desconto comercial para todas as indicações incorporadas ao rol da ANS. A empresa ainda se obriga a manter o desconto não apenas para a indicação de DPOC grave, mas também para outras doenças para as quais o medicamento já tem cobertura no rol, como dermatite atópica e asma. Caso descumpra o acordo, pode sofrer sanções e até perder a incorporação. Segundo a diretora de normas e habilitação dos produtos da ANS, Lenise Secchin, a estratégia surgiu de forma pragmática. Em análises anteriores, tecnologias com potencial benefício clínico acabavam rejeitadas por inviabilidade econômica. “Muitas vezes o problema não é a eficácia, mas o preço. Então a gente passou a dizer: nesse valor, não dá. Vamos negociar”, afirmou em entrevista durante um fórum da Fenasaúde (Federação Nacional de Saúde Suplementar) em Brasília, na última quarta (6). Na prática, acordos como esses não só facilitam a entrada de novas tecnologias no rol como também podem ter impacto positivo para os usuários de planos, uma vez que o valor de toda incorporação é repassado para eles por meio de reajuste nas mensalidades. O modelo ainda será aperfeiçoado e debatido com a Câmara de Saúde Suplementar, colegiado que reúne representantes de operadoras, prestadores, indústria e usuários. A própria diretora diz que a ANS está “aprendendo fazendo”. Neste momento há outra incorporação de medicamento sendo avaliada. A aplicação do instrumento, no entanto, depende de o proponente ser o detentor da tecnologia —ou seja, a própria indústria farmacêutica. Em casos em que o pedido de incorporação parte de terceiros, como associações médicas, a ANS não consegue negociar o preço diretamente. Nesses cenários, a análise segue com base nos valores originais, o que pode levar à rejeição. Outro ponto importante é que a ANS só pode negociar preços em processos que passam diretamente por sua análise, e não naqueles já avaliados pela Conitec (Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias), órgão ligado ao Ministério da Saúde e que define o que entra na lista do SUS (Sistema Único de Saúde). Isso tem criado uma dinâmica peculiar: alguns fabricantes têm preferido submeter seus produtos diretamente à Conitec, onde, uma vez aprovados, a incorporação no rol dos planos é automática, sem necessidade de negociação prévia de preço. Apesar das limitações, o setor de planos de saúde vê a iniciativa como positiva. Para o diretor-executivo da Fenasaúde, Bruno Sobral, a medida sinaliza uma preocupação legítima da agência com a sustentabilidade do sistema. Ele avalia, no entanto, que o modelo pode evoluir para mecanismos mais estruturados, como a definição de um limiar de custo-efetividade, parâmetro amplamente utilizado internacionalmente para determinar quanto uma sociedade está disposta a pagar por ganhos em saúde. Esse conceito, baseado em métricas como anos de vida ajustados por qualidade (QALY, na sigla em inglês), funcionaria como um “filtro técnico” para decisões de incorporação. Medicamentos que ultrapassassem esse limite só seriam incluídos mediante redução de preço. A ANS também estuda a adoção desse modelo. A diretora de normas da agência, porém, reconhece a complexidade de aplicá-lo no setor privado, que não possui um orçamento único como o SUS, e diz que será preciso adequar o mecanismo. “Não é algo fácil, mas temos que estudar”, diz Secchin. A discussão ganhou força a partir de setembro do ano passado, após decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) no julgamento da cobertura de terapias fora do rol de procedimentos da ANS. Foi determinado que a concessão de tratamentos não incorporados pela agência deve preencher critérios mais rígidos. Em nota, a Interfarma (Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa) diz que entende que o grande objetivo do sistema de saúde deve ser garantir aos pacientes acesso aos medicamentos e tratamentos no tempo certo e defende que todos os instrumentos capazes de contribuir para esse objetivo possam ser considerados e utilizados. Ao mesmo tempo, reforça ser fundamental preservar um ambiente de previsibilidade, segurança jurídica e equilíbrio regulatório. “Por isso, a discussão ampla, técnica e transparente conduzida pela ANS é essencial para sustentar regras claras e seguras.”

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FenaCap acompanha fórum sobre saúde suplementar em Brasília

FenaCap acompanha fórum sobre saúde suplementar em Brasília

O futuro da saúde suplementar no Brasil esteve em debate nesta quarta-feira (06/05), em Brasília, no Fórum Executivo FenaSaúde 2026. O evento, voltado a lideranças do setor, contou com a presença de Natanael Castro, diretor-executivo da Federação Nacional de Capitalização (FenaCap), que acompanhou de perto as discussões, atento aos desdobramentos que a agenda pode trazer para o mercado segurador e para a Capitalização. O monitoramento deste fórum é parte da estratégia da FenaCap para antecipar tendências e entender, por exemplo, o posicionamento do Judiciário e do Legislativo em relação a contratos de longo prazo e a autonomia de órgãos reguladores. “Embora os setores de saúde e Capitalização atuem em frentes distintas, a participação da Fenacap é uma decisão estratégica de inteligência de mercado”, explica Natanael Castro. Entre os participantes confirmados estiveram presentes o ex-presidente do STF, Luís Roberto Barroso; o diretor da Agência Nacional de Saúde (ANS), Wadih Damous; o diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), além da presidente da FenaSaúde, Raquel Reis.

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Bradsaúde estreia campanha nacional que marca início oficial da companhia no Novo Mercado da B3

Bradsaúde estreia campanha nacional que marca início oficial da companhia no Novo Mercado da B3

Na última terça-feira, dia 5, a Bradsaúde apresentou sua campanha publicitária nacional, marcando o início oficial da companhia. A data coincide com a entrada da Bradsaúde (SAUD3) no Novo Mercado da B3, reforçando esse momento como um marco institucional e simbólico para a empresa. Exibido na TV aberta/ fechada e acompanhado por anúncios em jornais de veiculação nacional, o filme (https://youtu.be/K58kP95mMYw), desenvolvido pela agência AlmapBBDO, traduz de forma emocional e institucional o posicionamento da Bradsaúde como o mais completo ecossistema de saúde do Brasil, criado para cuidar dos próximos capítulos da vida de milhões de brasileiros. Com narrativa e imagens que dialogam diretamente com o cotidiano das pessoas, o comercial apresenta histórias que começam: um bebê que nasce, um casal que se forma, uma família que se reúne, os primeiros passos de uma criança, a conquista de um diploma. Momentos universais que representam novos caminhos, conquistas e sonhos. A locução conduz essas cenas com uma mensagem central: toda história precisa de cuidado para seguir em frente. À medida que a narrativa avança, o filme amplia seu olhar e revela o sistema que sustenta esse cuidado em escala nacional. Hospitais, clínicas, centros de diagnósticos, consultórios odontológicos e tecnologia entram em cena, evidenciando a complexidade e a capilaridade de uma estrutura que atua de forma integrada em todo o Brasil. O ponto alto do comercial é a visualização do mapa do Brasil iluminado, acompanhada por letterings que dimensionam a atuação da BradSaúde: mais de 13 milhões de beneficiários, cerca de 4.000 leitos, mais de 35 clínicas próprias, presença em todo o território nacional, além de números robustos de receita e resultados, reforçando a relevância da companhia no cenário da saúde brasileira. O encerramento retoma a atmosfera humana que permeia toda a narrativa, com imagens de crianças sorrindo após consultas, médicos acolhendo pacientes e famílias reunidas. A campanha se conclui com a assinatura institucional que sintetiza o posicionamento da marca: “Bradsaúde. O mais completo ecossistema de saúde do Brasil.”. Com essa campanha, a Bradsaúde consolida seu lançamento oficial e apresenta ao país uma nova marca de saúde, integrada, nacional e preparada para cuidar da vida em todas as suas fases.

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Equipe da Nexyun celebra com executivos da MedSênior a conquista do 1º lugar no ranking de produção em Minas Gerais

A Nexyun Soluções conquistou destaque junto à operadora MedSênior ao alcançar o primeiro lugar em produção no ranking de corretoras em Belo Horizonte e Minas Gerais. A premiação referente ao primeiro trimestre de 2026 foi entregue no dia 28 de abril, na capital mineira, durante evento que reuniu executivos da operadora, diretores da empresa, corretores e parceiros de negócios do setor de saúde suplementar. A conquista marca um momento importante para a empresa, lançada recentemente no mercado com a proposta de atuar como plataforma full broker, integrando soluções em saúde, seguros, crédito, imóveis e assessoria. O diretor-executivo da Nexyun, André Beraldo de Morais, afirma que o resultado reforça o posicionamento estratégico adotado desde o início das operações da empresa. “Essa conquista representa a consolidação de um modelo baseado em pessoas, tecnologia e relacionamento. Para uma empresa nova e com um conceito inovador, alcançar o primeiro lugar do pódio em uma operadora de grande relevância e com números expressivos é extremamente gratificante. Essa premiação demonstra que estamos no caminho certo”, comemora. De acordo com o executivo, alguns fatores foram determinantes para o desempenho da empresa. “Nosso foco está em reunir as melhores pessoas, que consequentemente se tornam grandes profissionais, aliado a uma forte capacidade tecnológica e ao suporte que entregamos a todos os stakeholders do mercado”, explica. A Nexyun também atribui o resultado à atuação conjunta com corretores e parceiros de negócios. “Essa conquista mostra que, caminhando juntos, com estratégia bem definida, determinação e comprometimento, é possível atingir objetivos relevantes. O crescimento sustentável acontece quando todos evoluem em conjunto”, reconhece Beraldo. Durante o evento, a MedSênior também apresentou a campanha “Goleada de Prêmios – Campeões de Vendas 2026”, voltada aos corretores e supervisores. A iniciativa prevê sistema de pontuação por vendas realizadas e premiações que incluem itens personalizados, eletrônicos e experiências para os profissionais de destaque. Para o diretor Comercial e de Operações da Nexyun, Leonardo Falcão, campanhas de incentivo têm papel estratégico no fortalecimento do relacionamento com os parceiros comerciais. “Entendemos que ações voltadas à valorização dos corretores são fundamentais para impulsionar resultados. Equipes comerciais trabalham motivadas por desafios, e as premiações acabam estimulando o engajamento e a busca contínua por alta performance”, observa. Falcão destaca ainda a relevância da parceria com a operadora dentro do mercado mineiro. “A MedSênior ocupa posição estratégica no segmento de planos de saúde para o público acima de 49 anos, especialmente pela oferta de produtos sem coparticipação, o que gera previsibilidade e mais segurança financeira aos clientes. Hoje, a operadora é um player fundamental para os corretores que buscam entregar soluções de qualidade”, ressalta. Segundo ele, a parceria vai além da operação comercial. A operadora também é patrocinadora da campanha Autoridade em Vendas, promovida pela Nexyun em Minas Gerais. “Essa relação sólida fortalece o mercado, amplia oportunidades para os parceiros e nos impulsiona a buscar resultados cada vez mais consistentes”, acrescenta. Representaram a Nexyun no evento diretores, gestores e coordenadores. Pela MedSênior, participaram o presidente da operadora, Maely Coelho; o vice-presidente Comercial Nacional, Rafael Maganete; o diretor Comercial Nacional, Raphael Loures; a gerente comercial Amanda Assis; e a supervisora comercial, Beatriz Teodoro. Após o reconhecimento, a Nexyun afirma que seguirá focada na expansão e no fortalecimento das parcerias estratégicas. “Nosso objetivo é manter a liderança junto aos principais parceiros do mercado, sempre com foco em excelência na entrega, crescimento sustentável e geração de valor para todo o ecossistema”, conclui o diretor-executivo, André Beraldo. Corretora foi reconhecida pela operadora como destaque em produção no primeiro trimestre de 2026

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COMUNICADO MAXIMED

COMUNICADO MAXIMED

A MAXIMED PLANOS DE SAÚDE LTDA., em respeito aos seus beneficiários, à sua rede assistencial credenciada, aos seus corretores parceiros, ao mercado e à sociedade, vem a público reafirmar a normalidade e a solidez de suas operações. Operações em pleno funcionamento. A MAXIMED segue atuando com total normalidade em todas as suas frentes assistenciais e administrativas já anteriormente adotadas. Os atendimentos aos beneficiários acontecem regularmente, sem qualquer interrupção, restrição de cobertura ou alteração nos serviços prestados. Todos os contratos permanecem válidos, ativos e plenamente vigentes. Mensagem à nossa rede assistencial. Aos hospitais, clínicas, laboratórios, médicos e demais prestadores que compõem a nossa rede credenciada, reforçamos: nada muda. Os fluxos de autorização, atendimento, faturamento e pagamento seguem rigorosamente dentro das rotinas habituais, nos prazos e condições contratualmente estabelecidas. A parceria construída ao longo dos anos é um dos pilares da MAXIMED, e a Operadora reafirma seu compromisso integral com a continuidade dessa relação, com previsibilidade e respeito a cada um dos parceiros assistenciais. Mensagem aos nossos corretores parceiros. Aos corretores que confiam na MAXIMED para oferecer proteção em saúde aos seus clientes, agradecemos pela parceria sólida e duradoura. Relacionamentos contratuais seguem normalmente, dentro das rotinas e prazos de costume. O trabalho conjunto com a nossa rede de corretagem continua sendo uma prioridade estratégica da Operadora, e os canais de relacionamento permanecem plenamente disponíveis para o suporte de sempre. Diálogo regulatório com ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar). A Maximed encontra-se em processo administrativo regular perante a autarquia, conduzido no exercício de sua competência fiscalizatória. A operadora vem cumprindo integralmente o rito processual, com transparência, cooperação institucional e respaldo técnico-jurídico, dentro das prerrogativas legais. Reforça, ainda, que mantém plena solidez assistencial e financeira para honrar todos os seus compromissos junto aos beneficiários, rede credenciada, colaboradores, corretores e demais parceiros. Sobre informações que circulam no mercado. A MAXIMED registra, com serenidade, que tem identificado a circulação de informações distorcidas e descontextualizadas a seu respeito, originadas em ambientes de concorrência. A Operadora confia na maturidade do mercado para distinguir fatos de especulações e prefere responder, como sempre fez, com trabalho, atendimento de qualidade e cumprimento rigoroso de seus compromissos. Eventuais condutas que ultrapassem os limites da concorrência leal serão tratadas pelos meios cabíveis. Compromisso institucional. A MAXIMED reafirma seu compromisso permanente com a continuidade do atendimento, a segurança assistencial dos beneficiários, a estabilidade das parcerias e a regularidade de suas operações, valores que orientam sua atuação desde a sua fundação. Agradecemos a confiança dos nossos beneficiários, prestadores, corretores, colaboradores e parceiros. A Operadora permanece à disposição por meio de seus canais oficiais de comunicação. Diretoria MAXIMED PLANOS DE SAÚDE LTDA. MAXIMED CNPJ: 57.303.461/0001-50 Rua Padre Gabriel Mousinho, 130 – Ilha do Retiro – Recife - PE CEP 50830-010

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Bradsaúde chega à B3 com 13,4 milhões de beneficiários

Bradsaúde chega à B3 com 13,4 milhões de beneficiários

A Bradsaúde (SAUD3), mais completo ecossistema de saúde do Brasil, anuncia sua chegada oficial ao Novo Mercado da B3 nesta terça-feira (05). No primeiro trimestre de 2026, a Bradsaúde registrou acréscimo de 52 mil vidas nos planos de saúde e 141 mil vidas nos planos odontológicos, alcançando marca superior a 13,4 milhões de beneficiários no País. Neste período, a Companhia, que sucede a Odontoprev no mercado de capitais, registrou lucro líquido de R$ 1,3 bilhão, receitas de R$ 13,3 bilhões e um ROAE de 24,8%. Em relação à atuação hospitalar, a Atlântica Hospitais e Participações já soma 20 hospitais no fechamento do primeiro trimestre de 2026, totalizando cerca de 4 mil leitos, além de 39 clínicas da rede Meu Doutor Novamed. O segmento hospitalar representa uma importante frente de crescimento para a Bradsaúde. “É com imenso orgulho que anunciamos o início das operações da Bradsaúde na bolsa. Ser o mais completo ecossistema de saúde do País nos permite combinação de escalabilidade, sinergia de negócios e ampla capilaridade dos canais, criando assim um vetor sustentável de crescimento”, afirma Carlos Marinelli, CEO da Bradsaúde.

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Mudanças nas regras de fiscalização da ANS entram em vigor

Mudanças nas regras de fiscalização da ANS entram em vigor

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) anunciou, na última sexta-feira (1), que novas normas que atualizam o modelo de fiscalização dos planos de saúde entraram em vigor. Segundo informações da agência, as regras foram aprovadas em dezembro do ano passado e, após período de adaptação, passaram a valer para todo o setor. A mudança representa um avanço na forma como a agência acompanha e fiscaliza as operadoras. O novo modelo prioriza a prevenção de problemas, a melhoria no atendimento aos beneficiários e o estímulo à adoção de boas práticas pelas empresas. Eliane Medeiros, diretora de Fiscalização da ANS, detalha que a iniciativa busca promover uma mudança de cultura no setor. “O novo modelo de fiscalização reforça o papel da ANS como indutora de boas práticas. O que nós queremos é garantir os direitos dos beneficiários e melhorar o atendimento, sem deixar de aplicar penalidades quando necessário. O nosso grande objetivo com as novas regras é incentivar que as próprias operadoras corrijam falhas, pois isso resultará, diretamente, na diminuição dos conflitos e na melhoria dos serviços oferecidos aos consumidores”, pontua. Elaborado a partir de estudos propostos pela Agenda Regulatória 2023-2025, o novo modelo de fiscalização foi amplamente discutido com a sociedade e com o setor regulado por meio de audiência e consultas públicas, e segue uma abordagem chamada de “regulação responsiva”. Na prática, isso significa combinar ações de orientação, prevenção e punição, de acordo com a gravidade de cada situação. Entre os principais objetivos estão: tornar mais rápida a análise das reclamações; agilizar a atuação da fiscalização; e incentivar as operadoras a cumprirem as regras, contribuindo para serviços de melhor qualidade. A ANS continuará recebendo normalmente as reclamações dos beneficiários, que são encaminhadas às operadoras por meio da Notificação de Intermediação Preliminar (NIP), ferramenta que busca resolver problemas de forma mais rápida. Com o novo modelo, nem todas as reclamações passam por análise individual. Uma parte é examinada caso a caso, enquanto outra parte serve para identificar problemas que se repetem e orientar ações mais amplas de fiscalização. Dessa forma, a ANS consegue responder mais rapidamente aos beneficiários, evitar o acúmulo de processos e utilizar melhor seus recursos. As reclamações selecionadas para análise individual devem ser concluídas em até 45 dias após a distribuição aos técnicos. Caso não sejam resolvidas na fase inicial, outras reclamações também podem ser incluídas posteriormente nesta etapa, conforme a necessidade. Ações de Fiscalização Planejada As ações de fiscalização planejada passam a ter papel central na atuação da ANS que são definidas de acordo com a gravidade dos problemas identificados e com o desempenho das operadoras, avaliado por indicadores como o Índice Geral de Reclamações (IGR). Essas ações podem assumir diferentes formatos, conforme o tipo e a complexidade da situação identificada, e incluem: Medidas preventivas e orientadoras, com foco na correção de falhas antes que elas se agravem; Ações voltadas a um acompanhamento mais focal, quando há indícios de recorrência de irregularidades que demandam um acompanhamento mais próximo e elaboração de plano de equacionamento pela operadora; e Ações estruturadas, aplicáveis a casos mais complexos, que podem resultar em multas de até R$ 1 milhão por determinação descumprida e em outras sanções previstas em norma. Além disso, está prevista  Ação Coercitiva Incidental, com possibilidade de aplicação de multa diária, em especial, quando for constatado descumprimento grave das regras, com impacto relevante para os beneficiários. Normas em vigor As mudanças fazem parte de um conjunto de resoluções normativas (RNs) aprovadas recentemente pela ANS, com vigência a partir de 1/5/2026: RN 656/2025 – Altera regras de dosimetria relacionadas à aplicação de penalidades; RN 657/2025 – Atualiza os procedimentos de fiscalização adotados pela ANS*;  RN 658/2025 – Define as regras para a estruturação e a realização das ações de fiscalização planejada; RN 659/2025 – Promove ajustes nas normas sobre penalidades aplicáveis às operadoras. Clique aqui para conhecer a nota metodológica que norteará a geração das amostragens mensais para análises individuais, aprovada pela Diretoria Colegiada na 636ª Reunião Ordinária, realizada em 24/04/2026. Essas resoluções se articulam com a RN 623/2024, em vigor desde 1º/7/2025, que estabelece regras para o relacionamento entre operadoras e beneficiários, por meio do tratamento dado às solicitações apresentadas.

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Eleição na Fenacor: chapa é eleita por unanimidade

Eleição na Fenacor: chapa é eleita por unanimidade

Foi realizada, nesta 2ª feira (27 de abril), a eleição da Diretoria e do Conselho Fiscal da Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor) – além dos delegados junto à Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) – para o quadriênio 2026-2030. A única chapa inscrita no pleito, “Fenacor Unida – Força Institucional e Desenvolvimento”, encabeçada por Armando Vergilio dos Santos Junior, atual presidente da Federação, foi eleita, por unanimidade, pelos 22 sindicatos votantes. Não houve voto contrário, em branco ou nulo. Segundo Armando Vergilio, esse resultado consolida o cenário de plena harmonia e convergência de ideias entre as entidades que representam os mais de 152 mil Corretores de Seguros com registros ativos neste momento, sendo 85 mil pessoas físicas e 67 mil empresas. “A Fenacor, junto com os Sindicatos, dará continuidade ao trabalho que vem sendo feito, com muita harmonia para enfrentar os eventuais desafios”, frisou. O presidente reeleito acrescentou que esse trabalho conjunto terá como guia o Plano Diretor do Mercado de Intermediação de Seguros (PDMIS), iniciativa do Instituto Brasileiro de Desenvolvimento dos Corretores de Seguros – IBDCOR, que será lançado no dia 26 de maio, durante a edição 2026 do “Conexão Futuro Seguro”, e que tem como focos principais a modernização digital, a valorização do Corretor de Seguros e a defesa do consumidor. A nova composição da diretoria da Fenacor reforça o compromisso de integração entre os sindicatos e a Federação, fortalecendo a representação institucional e ampliando a atuação dessas entidades em defesa do Corretor de Seguros. A nova gestão começa no próximo dia 1º de junho e seguirá até 31 de maio de 2030. Veja, abaixo, a relação completa da chapa eleita: Diretoria Plena – Fenacor (Gestão 2026–2030) Presidente: Armando Vergilio dos Santos Júnior 1º Vice-Presidente: Lucas de Castro Santos 2º Vice-Presidente: Manuel Dantas Matos Vice-Presidente Administrativo: Vinícius de Araújo Porto 2º Vice-Presidente Administrativo: Wellerson Cláudio de Castro Vice-Presidente Financeiro: Robert Bittar 2º Vice-Presidente Financeiro: Arnol Lemos Filho Vice-Presidente de Relações Institucionais: Rodrigo de Almeida Matos Vice-Presidente de Benefícios e Patrimônio: Boris Ber Vice-Presidente de Relações com o Mercado: Henrique Jorge Duarte Brandão Júnior Vice-Presidente de Marketing e Eventos: Stênio Max Fernandes de Freitas Vice-Presidente de Comunicação: Fernando Dantas de Santana Vice-Presidente de Tecnologia e Inovação: Érico José Melo Nery Vice-Presidente Técnico: José Antônio de Castro Vice-Presidente Regional Norte: Luiz André Moraes Santos Vice-Presidente Regional Nordeste: Edmilson Ribeiro Silva Vice-Presidente Regional Centro-Oeste: José Cristóvão Martins Vice-Presidente Regional Sudeste: Ricardo Faria Garrido Vice-Presidente Regional Sul: Ricardo Albino Ferreira Pansera Vice-Presidentes de Representação (em ordem alfabética): André Luiz Araujo Thozeski, Auri Bertelli, Cláudia Gerlane Cândida Diniz, Dorival Alves de Sousa, Gustavo Pereira Lima Bentes, Jair Antônio Martins Fernandes, Jair da Conceição, José Luís Cunha Figueiredo, José Alexandre Cid Pinto e Josimar Antunes Ribeiro. 2º Vice-Presidentes de Representação: John Neves Fox Rangel, José Fernando Bairos Faracco, José Rômulo da Silva, Jucinêia Márcia Moraes Rosa e Maria Margarete Braga Serra. Ouvidoria Vice-Presidente de Ouvidoria: Carlos Alberto Valle 2º Vice-Presidente de Ouvidoria: Maria Vitória Tenório de Freitas Conselho Fiscal – Efetivos: Claudio Simão, Edvan Gomes de Vasconcelos e Juvenal Ribeiro Vilanova. Conselho Fiscal – Suplentes: Jaques Furtado de Andrade, Antônio Carlos Batista da Rocha e Faride Sobreira da Silva. Delegados Representantes junto à CNC: Efetivos: Armando Vergilio dos Santos Júnior e Lucas de Castro Santos. Suplentes: Wilson Pereira e Juliana dos Santos Pereira.

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Governo nomeia novo diretor da Susep

Governo nomeia novo diretor da Susep

A Casa Civil da Presidência da República publicou, nesta 5ª feira (30), portaria nomeando César da Rocha Neves para exercer o cargo de diretor da Susep. Neves é funcionário de carreira da autarquia, ocupando o posto de coordenador-Geral de Regulação Prudential, desde 2019. Em outra portaria, foi exonerada, a pedido, a diretora da Susep, Jéssica Anne de Almeida Bastos, que estava no cargo desde maio de 2023, há pouco menos de dois anos. Outra mudança foi a nova nomeação de Carlos Roberto Alves de Queiroz – que também é funcionário de carreira – para o cargo de diretor da Susep, ficando exonerado do cargo que atualmente ocupa na autarquia. Queiroz também está na diretoria do órgão desde maio 2023.

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Produto suspenso

Produto suspenso

No dia 24 de abril de 2026, a Diretoria Colegiada da ANS publicou a Resolução Operacional que sela o destino da Ampla Planos de Saúde (Registro 42.272-0). A determinação é clara e precisa: a operadora deve promover a alienação da sua carteira de beneficiários em 30 dias e está com a comercialização de planos suspensa imediatamente. A decisão da ANS, baseada no Art. 24 da Lei 9.656/98, não ocorre por acaso. Ela é o resultado de um monitoramento que detectou o que já vínhamos alertando: Risco à Continuidade – A operadora perdeu a capacidade de garantir o atendimento, o que fere o princípio básico da saúde suplementar; Alienação Compulsória – Quando a agência determina a venda da carteira, ela está atestando a insolvência administrativa da operação.

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Nova proposta define regras para corretores de planos de saúde no Brasil

Nova proposta define regras para corretores de planos de saúde no Brasil

O deputado Doutor Luizinho (PP/RJ) apresentou projeto de lei que regulamenta a atuação do Corretor de Planos e Seguros de Saúde. A proposta engloba todos os profissionais que, com ou sem vínculo empregatício, atuem, em nome próprio ou na qualidade de representantes de terceiros devidamente autorizados, na prospecção, apresentação, intermediação, negociação e formalização de contratos de planos e/ou seguros privados de assistência à saúde suplementar, em conformidade com as normas expedidas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Segundo o texto, o exercício da atividade de Corretor de Planos e Seguros de Saúde será livre em todo o território nacional, observados os requisitos previstos na Lei, caso o projeto seja aprovado. A atuação do Corretor de Planos e Seguros de Saúde deverá observar integralmente as normas estabelecidas pela ANS e demais disposições legais e regulamentares O exercício da profissão fica condicionado ao atendimento dos seguintes requisitos: idade mínima de 18 anos; comprovação de conclusão do ensino médio ou equivalente; aprovação em curso de qualificação ou obtenção de certificação profissional específica, reconhecida por entidade ou instituição certificadora legalmente habilitada, observados os conteúdos programáticos mínimos a serem definidos em regulamento; e inscrição regular e situação ativa no Cadastro Nacional de Corretores de Planos e Seguros de Saúde (CNCPSS), a ser criado e mantido por órgão competente. Os profissionais que exercerem a atividade no início da vigência da nova lei disporão do prazo de 24 meses para adequar-se aos requisitos previstos. O projeto lista como “deveres essenciais do Corretor de Planos e Seguros de Saúde” prestar informações claras, precisas, completas e transparentes sobre as coberturas, carências, rede credenciada, reajustes, fatores moderadores, incluindo coparticipação e franquia, e exclusões dos planos e seguros de saúde ofertados; agir com diligência, lealdade e boa-fé nas negociações com os consumidores; zelar pelo sigilo das informações pessoais e de saúde dos proponentes; e cumprir as normas e regulamentos estabelecidos pela ANS e pelo Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/90). Será vedado ao Corretor de Planos e Seguros de Saúde, sob pena de responsabilidade civil e administrativa, omitir ou prestar informações falsas ou enganosas ao consumidor; prometer ou oferecer coberturas, benefícios ou vantagens não previstos nos termos contratuais; concretizar a venda de planos com análise de risco sem a coleta de dados de saúde de forma adequada e transparente, como por meio da Declaração de Saúde ou outros documentos comprobatórios; e atuar sem a devida vinculação ou autorização legal de uma operadora de planos de saúde, seguradora de saúde, administradora de benefícios ou pessoa jurídica correlata.

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ANS inicia um novo marco regulatório no setor de saúde

ANS inicia um novo marco regulatório no setor de saúde

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) abriu, na última sexta-feira (17), uma chamada pública e instituiu um comitê interno para avaliar a estruturação de um novo marco regulatório no setor de saúde suplementar, com foco na expansão do mercado de cartões de desconto, serviços pré-pagos e alternativas correlatas. Segundo a autarquia, a iniciativa foi aprovada em reunião da Diretoria Colegiada e tem como foco um segmento que vem se consolidando como alternativa de menor custo para parte da população. A atuação da ANS sobre esse mercado está respaldada por decisão recente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que confirmou a competência da autarquia para regular e fiscalizar essas atividades. Apesar da expansão do segmento, ainda há carência de dados consolidados sobre o funcionamento e modelo de gestão. Com prazo de 60 dias, a chamada pública abre espaço para que empresas e entidades apresentem informações sobre composição societária, abrangência dos serviços, formas de atendimento e critérios de reajuste de preços. De caráter consultivo, a iniciativa pretende reunir subsídios técnicos para embasar uma futura regulação, com foco na segurança jurídica e na proteção do consumidor. Podem participar entidades privadas que atuam na administração, oferta ou comercialização de serviços de assistência à saúde vinculados a descontos ou similares, com ou sem rede própria ou conveniada. As contribuições deverão ser encaminhadas por meio de formulário a ser disponibilizado no portal da ANS. Ainda de acordo com a autarquia, a ausência de regras mais claras e transparentes favorece práticas que confundem o consumidor, especialmente quando há uso de linguagem, identidade visual ou estratégias comerciais que aproximam indevidamente esses produtos dos planos de saúde regulados. “Cabe à ANS, portanto, avançar na delimitação desse mercado, estabelecendo parâmetros que coíbam ambiguidades e reforcem a transparência, de modo a proteger o beneficiário de escolhas baseadas em premissas equivocadas”, pontuou a agência. Para aprofundar a análise do tema, a ANS criou um comitê interno multidisciplinar, com participação de todas as diretorias e da Presidência. O grupo terá prazo inicial de 90 dias. Paralelamente a isso, a Diretoria Colegiada decidiu encerrar a proposta de sandbox regulatório voltada a consultas eletivas e exames. A avaliação é de que os esforços devem se concentrar no mercado de cartões de desconto, devido ao seu impacto social e à necessidade de uma abordagem integrada.

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Corretor, veja o que mudou nas regras para o Simples Nacional

Corretor, veja o que mudou nas regras para o Simples Nacional

Os Corretores de Seguros devem ficar atentos às novas regras para adesão ao Simples Nacional. Segundo a Resolução 186/26 do Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN), publicada nesta semana, as empresas com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões serão obrigadas a optar, até o final de setembro, se irão permanecer no sistema simplificado ou migrar para o novo regime. Segundo reportagem do portal G1, as mudanças valem para o ano de 2027. A Resolução estabelece que, para o ano-calendário 2027, a opção pelo Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte – Simples Nacional, a ser formalizada por meio do Portal do Simples Nacional, deverá ser exercida entre os dias 1º e 30 de setembro e produzirá efeitos a partir de 1º de janeiro de 2027. Essa opção poderá ser cancelada pelo solicitante em caráter irretratável até o último dia do mês de novembro de 2026. Caso seja indeferida, as pendências impeditivas ao ingresso no Simples Nacional poderão ser regularizadas no prazo de até 30 dias corridos contados a partir da ciência do termo de indeferimento expedido por autoridade fiscal integrante da estrutura administrativa do respectivo ente federado que decidiu pelo indeferimento, inclusive na hipótese de existência de débitos tributários. Regularizadas as pendências impeditivas no prazo previsto, o termo de indeferimento será cancelado e a opção pelo Regime Especial será deferida. Para o período de janeiro a junho de 2027, a opção por apurar e recolher o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição Social sobre Bens e Serviços (CBS) de acordo com o regime regular aplicável a esses tributos também deverá ser exercida no Portal do Simples Nacional no mês de setembro e produzirá efeitos a partir de 1º de janeiro do próximo ano, hipótese em que as parcelas a eles relativas não serão devidas pelo regime do Simples Nacional. As empresas Corretoras de Seguros que optarem por sair do Simples poderão realizar o abatimento, no novo regime (conhecido como híbrido) de impostos pagos em etapas anteriores da produção. Atualmente, a maioria das vendas do Simples não transfere crédito, o que mudará, caso as empresas realizem a opção pelo novo sistema. A possibilidade de optar pelo novo regime é fruto da aprovação da reforma tributária sobre o consumo em 2024, cujo texto foi sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no ano passado. A reforma prevê o fim do Programa de Integração Social (PIS), Da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) para grande parte dos produtos em 2027, e sua substituição pela CBS do governo federal, um imposto sobre valor agregado. A necessidade de adesão ou não ao Simples até setembro representa uma antecipação em relação ao calendário tradicional, que permite a opção até o fim de janeiro de cada ano.

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Diretor-presidente da ANS defende mudança estrutural na saúde suplementar

Diretor-presidente da ANS defende mudança estrutural na saúde suplementar

O diretor-presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Wadih Damous, defende mudança no eixo da regulação, com transição do foco no “procedimento isolado” para a “linha de cuidado”, com foco na atenção primária, na prevenção e nos desfechos clínicos. Segundo ele, o modelo atual, centrado no procedimento e não na pessoa, mostra sinais de esgotamento. Ele fez a defesa durante a abertura do 17º Seminário Unidas, realizado no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), em Brasília (DF), nesta terça-feira (14). O evento reúne decisores do setor, autoridades públicas e parceiros estratégicos. É espaço relevante para o debate e o aprimoramento da saúde suplementar no país. Damous classificou o momento do setor como um ponto de inflexão, caracterizado não como uma turbulência passageira, mas como uma crise estrutural. “O que está em jogo não é apenas equilíbrio de contratos, nem apenas a sustentabilidade financeira das operadoras. O que está em jogo é a capacidade do país de assegurar cuidado digno, racional e acessível a milhões de brasileiros”. Ao abordar o uso da inteligência artificial, destacou seu potencial para identificar riscos precocemente e organizar o cuidado. No entanto, alertou para o uso inadequado da tecnologia. Segundo ele, sob incentivos equivocados, ferramentas podem ser utilizadas para excluir beneficiários de forma indireta. Nesse contexto, reforçou o princípio de que, uma vez identificado o risco, cabe ao sistema garantir o cuidado, sem exclusão ou barreiras de acesso. Governança e sustentabilidade – Damous também lembrou que as operadoras de autogestão são referência para o novo ciclo regulatório, por sua natureza sem fins lucrativos e pelo modelo centrado no beneficiário. Mencionou, ainda, a Resolução Normativa nº 649/2025, com vigência a partir de 1º de julho de 2026, como medida voltada ao fortalecimento da governança e da sustentabilidade dessas operadoras. Sobre a judicialização, afirmou que não se trata da causa, mas de um dos principais sintomas da crise e defendeu a superação de um modelo regulatório fragmentado e reativo. Reforçou que a regulação deve ter como foco central a pessoa. A mesa “Novos marcos regulatórios: caminhos e impactos para a saúde suplementar” foi mediada por Mário Jorge Vital, presidente da Unidas, e contou com a participação de representantes de entidades do setor. Breno Monteiro, presidente da Confederação Nacional de Saúde (CNSaúde); Bruno Sobral de Carvalho, diretor-executivo da Fenasaúde; Cesar Nomura, presidente do Conselho de Administração da Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (Abramed); Francisco Balestrin, presidente da Fesaúde e do SindHosp; Giovanni Cerri, presidente do Conselho de Administração do Icos, Presidente do InovaHC e presidente do Conselho Diretor do Inrad-HCFMUSP; Gustavo Ribeiro, presidente da Abramge; Marco Aurélio Ferreira, diretor de Relações Governamentais na Anahp.

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Projeto veda cancelamento unilateral de seguro saúde

Projeto veda cancelamento unilateral de seguro saúde

O senador Chico Rodrigues (PSB/RR) apresentou projeto de lei que veda o cancelamento unilateral de contratos de seguros e planos privados de assistência à saúde durante tratamento médico de caráter continuado, quando o beneficiário estiver adimplente. Segundo a proposta, que altera a Lei 9.656/98, essa proibição, válida tanto para planos e seguros individuais ou coletivos, será direcionada especialmente para os casos em que a interrupção do tratamento possa representar risco relevante à vida, à integridade física ou de agravamento irreversível do quadro clínico. De acordo com o autor do projeto, o objetivo é “suprir uma lacuna normativa”, que tem gerado insegurança jurídica, elevado grau de judicialização e graves consequências à saúde dos consumidores de planos de saúde, “encontrando fundamento nos princípios constitucionais da dignidade da pessoa humana, do direito fundamental à saúde e da proteção do consumidor”. Na avaliação do senador, a interrupção abrupta de tratamentos continuados compromete diretamente a segurança do paciente, princípio central das políticas públicas de saúde e da boa prática médica. “Diversos tratamentos exigem continuidade assistencial para assegurar eficácia terapêutica e evitar desfechos adversos graves, como agravamento da doença, sequelas permanentes, internações de urgência e até óbito. A ausência de proteção legal específica contra o cancelamento contratual nessas circunstâncias expõe o beneficiário a riscos sanitários incompatíveis com padrões mínimos de qualidade da assistência em saúde”, pondera o parlamentar. Ele acrescenta ainda que a possibilidade de cancelamento unilateral durante tratamentos de maior complexidade também gera distorções no funcionamento do mercado de saúde suplementar, ao incentivar práticas de exclusão indireta de beneficiários mais vulneráveis e de maior risco assistencial. “Tais práticas enfraquecem a lógica mutualista que fundamenta os contratos de planos de saúde e transferem ao consumidor, no momento de maior fragilidade, ônus incompatível com a função social desses contratos”, frisa o senador.

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Viver Saúde reúne mais de 50 lideranças e destaca impacto da saúde na produtividade das empresas

A sede da Viver Saúde recebeu, no último dia 15 de abril, o Seminário Saúde e Cultura Empresarial | LIDE RN, reunindo mais de 50 lideranças para discutir o papel estratégico da saúde no ambiente corporativo. Realizado em parceria com o LIDE RN, o encontro abordou a relação entre bem-estar, cultura organizacional e desempenho empresarial, destacando a importância de ambientes saudáveis para a produtividade e a sustentabilidade dos negócios. Entre os destaques da programação, o CEO da Catenate Solutions, Luis Fernando, apresentou insights sobre gestão, liderança e a integração entre saúde e performance dentro das empresas. Com a iniciativa, a Viver Saúde reforça o compromisso com a promoção da saúde preventiva e se posiciona como agente ativo na construção de ambientes corporativos mais saudáveis e eficientes.

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UNIMED NATAL INAUGURA CENTRO CLÍNICO AVANÇADO COM MAIS DE 40 ESPECIALIDADES EM NOVO ESPAÇO NO TIROL

UNIMED NATAL INAUGURA CENTRO CLÍNICO AVANÇADO COM MAIS DE 40 ESPECIALIDADES EM NOVO ESPAÇO NO TIROL

A Unimed Natal inaugura o Centro Clínico Avançado Unimed Natal, no bairro do Tirol, marcando um novo momento na oferta de serviços assistenciais e na experiência de cuidado aos beneficiários. O espaço representa a evolução do Centro Clínico Saúde da Mulher, que passa a integrar um modelo mais completo, com ampliação da estrutura e das especialidades. Localizado no Ville Santé, na Rua Governador Juvenal Lamartine, nº 205, o novo centro reúne mais de 40 especialidades médicas, como clínica médica, ginecologia, pediatria, cardiologia e ortopedia, além da realização de exames de ultrassonografia. A proposta é concentrar serviços em um único local, proporcionando mais praticidade e uma jornada de cuidado mais integrada para os pacientes. O diretor-presidente da Unimed Natal, Dr. Márcio Rêgo, destaca que a nova unidade integra o processo de qualificação da rede assistencial da cooperativa. “A implantação do Centro Clínico Avançado representa mais um passo no processo contínuo de qualificação da nossa rede assistencial. Estamos ampliando a oferta de especialidades, integrando serviços e fortalecendo um modelo de cuidado mais eficiente, centrado no paciente e alinhado às necessidades atuais de saúde.” Com ambientes planejados para oferecer mais conforto e fluidez no atendimento, o Centro Clínico Avançado integra o movimento de expansão e modernização dos serviços da cooperativa, com foco na ampliação do acesso e na qualificação da assistência. Os atendimentos no novo endereço terão início na próxima quarta-feira, dia 22 de abril. A inauguração oficial do espaço será realizada na mesma data, no período da noite.

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ANS destaca: Lei nº 15.378 institui Estatuto dos Direitos do Paciente

ANS destaca: Lei nº 15.378 institui Estatuto dos Direitos do Paciente

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) informa que foi sancionada a Lei nº 15.378, de 6 de abril de 2026, que institui o Estatuto dos Direitos do Paciente.​ Essa legislação representa um marco na proteção dos direitos dos pacientes em serviços de saúde, sejam eles usuários do sistema público ou privado, incluindo os beneficiários de planos de saúde. A nova lei foi proposta pelo então deputado federal e atual secretário executivo da ANS, Chico D’Ângelo. Para o diretor-presidente da ANS, Wadih Damous, o Estatuto consolida princípios fundamentais para uma atenção à saúde mais humana e segura: “O Estatuto dos Direitos do Paciente reforça valores essenciais como a dignidade, a autonomia e o acesso à informação. Para a ANS, trata-se de um avanço significativo que contribui para relações mais transparentes, equilibradas e respeitosas entre pacientes, profissionais de saúde e operadoras de planos de saúde”, destaca Damous. Principais direitos garantidos O Estatuto assegura aos pacientes uma série de direitos fundamentais, entre os quais destacamos: Autonomia e consentimento informado: O paciente tem o direito de tomar decisões sobre seus cuidados de saúde, indicar representantes e registrar diretivas antecipadas de vontade. Acompanhamento: É garantido o direito a um acompanhante durante consultas e internações, salvo contraindicação médica. ​ Atendimento de qualidade e segurança: Os pacientes devem ser atendidos em instalações adequadas, por profissionais capacitados e com insumos seguros. ​ Não discriminação: O atendimento deve ser igualitário, sem distinção por sexo, raça, religião, deficiência ou qualquer outra forma de discriminação. Direito à informação: Os pacientes têm direito a informações claras e acessíveis sobre diagnóstico, tratamento, alternativas e riscos. ​E mais: eles têm direito a ter acesso ao seu prontuário médico, sem apresentação de justificativas. Confidencialidade: As informações pessoais e médicas dos pacientes devem ser protegidas, mesmo após o falecimento. ​ Cuidados paliativos: É garantido o direito ao alívio da dor e à escolha do local de morte, conforme as normas do Sistema Único de Saúde (SUS) ou dos planos de saúde. Responsabilidades do Paciente Além dos direitos, o Estatuto também estabelece responsabilidades para os pacientes, como: Compartilhar informações relevantes sobre sua saúde com os profissionais. ​ Seguir as orientações médicas e esclarecer dúvidas sobre tratamentos. ​ Informar desistência de tratamentos ou mudanças em sua condição de saúde. ​ Respeitar as normas dos serviços de saúde e os direitos de outros pacientes e profissionais. A ANS ressalta que continuará atuando para que os beneficiários de planos de saúde tenham acesso a serviços de qualidade, com respeito à sua dignidade, segurança e autonomia e reforça seu compromisso com a implementação e fiscalização do cumprimento do Estatuto dos Direitos do Paciente na saúde suplementar. Veja o texto completo da Lei nº 15.378 para mais informações sobre o Estatuto dos Direitos do Paciente, no Diário Oficial da União.

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Porto Saúde lança Linha Pro em Sorocaba e amplia aposta em saúde regional

Porto Saúde lança Linha Pro em Sorocaba e amplia aposta em saúde regional

A Porto Saúde promoveu, nesta quarta-feira (08), um evento para lançar o Linha Pro, dessa vez em Sorocaba (SP). Durante o evento, executivos da companhia estiveram presentes para apresentar a novidade, os diferenciais do produto e como os corretores podem ampliar os negócios com a solução da Porto Saúde. Representando a Porto Saúde, Sami Foguel, CEO, comentou sobre a importância da região. “Sorocaba tem tradição médica, de formação médica, e nos exigiu mais uma vez, pela oitava vez, fazer um produto manufaturado, com construção do time médico local, de parcerias locais e produtos que abrangem desde o PME de três vidas até grandes empresas”, compartilhou ao CQCS. Luiz Arruda, vice-presidente Comercial e Marketing do Grupo Porto, esteve presente na ocasião e destacou os atributos da Linha Pro. “Rede encaixada, preço encaixado, sem reembolso e condição especial para as primeiras vendas ao longo do mês de abril: 50% com vigência em abril e 75% na primeira parcela”, disse Arruda. Emerson Valentim, diretor executivo Comercial do Grupo Porto, ressaltou que a solução foi muito pedida pelos parceiros de negócios. “Um produto muito demandado pelos corretores e pela população para colocarmos nossa vertical de Saúde cada vez mais próxima”, afirmou Valentim. Em Sorocaba, o plano Bronze Pro da Linha Pro oferece acomodação em enfermaria, sem opção de reembolso, e inclui assistência viagem nacional. A rede credenciada conta com o Hospital Evangélico de Sorocaba, o Hospital Modelo, o Hospital Oftalmológico e o Hospital Notre Care, além dos principais laboratórios IDS, Souza Areas, Colpat e Labi Exames. Já o plano Prata Pro dispõe de acomodação em apartamento, também sem reembolso, e inclui assistência viagem nacional. A rede credenciada abrange os quatro hospitais de Sorocaba, Hospital Evangélico de Sorocaba, Hospital Modelo, Hospital Oftalmológico e Hospital Notre Care, além de unidades em Barueri e São Paulo, como o Hospital 9 de Julho Barueri e o Hospital Santa Catarina SP. Os principais laboratórios credenciados são IDS, Souza Areas, Colpat e Labi Exames. Além das particularidades da região, a Linha Pro oferece telemedicina 24h, coleta domiciliar, desconto em farmácias, psicólogos online, Time Médico Porto, Seu Clínico e Pediatra na Hora e Porto Plus. Marino Anjos, diretor comercial da Porto Seguro, acredita que o novo produto terá grande repercussão. “Não tenho dúvida alguma que o lançamento foi um sucesso. Os corretores adoraram e a gente está com a proposta de aumentar o portfólio de oportunidades para você, corretor e corretora”, afirmou Anjos. As expectativas também estão altas para os corretores, que podem aproveitar o novo produto na região e ampliar os negócios. “Porto Saúde Pro Sorocaba vem para atender as necessidades do mercado e preencher uma lacuna e um espaço que, com certeza, vai ser um sucesso para os nossos clientes e para todos os corretores. É uma iniciativa que o mercado precisa e um produto que vai agradar a todos”, conclui. Porto

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Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste celebra 70 anos e reforça papel do seguro no desenvolvimento do país

Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste celebra 70 anos e reforça papel do seguro no desenvolvimento do país

O Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (SindsegNNE) celebrou, no dia 9 de abril de 2026, em Recife (PE), seus 70 anos de atuação. O encontro reuniu autoridades, lideranças empresariais e representantes do mercado segurador para destacar a relevância histórica da entidade e discutir os desafios do setor diante das transformações econômicas e sociais do país. Fundado em março de 1956, a entidade surgiu em um período de forte reorganização produtiva da economia brasileira e, ao longo de sete décadas, consolidou-se como uma das principais instituições de representação do mercado de seguros nas regiões Norte e Nordeste. Durante a solenidade, o presidente do SindsegNNE, Carlos Luna, destacou a permanência da função essencial do seguro ao longo do tempo: garantir proteção patrimonial, estabilidade às famílias e continuidade das atividades econômicas. “O seguro mantém a mesma essência, que é garantir reposição patrimonial, proteção às famílias e continuidade às empresas atingidas por imprevistos. O setor atua 24 horas por dia, durante todo o ano, oferecendo desde assistências simples até soluções para eventos de alta complexidade. Nosso desafio é ampliar a cultura do seguro, fortalecer a qualificação profissional e preparar o mercado para os próximos 70 anos.” O presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, afirmou que a data comemorativa representa um momento de reflexão sobre o papel do seguro no país. Ele chamou atenção para o chamado “gap de proteção”, apontando que grande parte da população e dos ativos brasileiros seguem da cobertura securitária. Entre os dados apresentados, mencionou que 70% dos automóveis, 85% das residências, 75% da população sem plano de saúde e 97% da área plantada no país ainda não contam com proteção securitária. Para ele, o avanço do setor passa por educação financeira, inclusão e ampliação da cultura do seguro. “Mais do que uma celebração, este momento é também de reflexão. O principal desafio do setor continua sendo reduzir o gap de proteção no Brasil e levar o seguro a um número maior de pessoas. Isso exige avanços regulatórios, educação securitária e inclusão financeira, para que o país desenvolva uma cultura mais sólida de proteção.” Já o presidente do Conselho Diretor da CNseg, Roberto Santos, enfatizou o valor institucional e social da atividade seguradora. “Trabalhar com seguro é trabalhar com proteção, e isso é uma atividade nobre. Tenho orgulho de dedicar minha trajetória a esse setor e acredito que todos os profissionais que atuam nele também devem se orgulhar do papel que desempenham na sociedade.” O deputado federal Fernando Monteiro (PSD-PE), ao citar o ambiente de negócios e os empreendimentos de infraestrutura, destacou que o seguro deve ser encarado como instrumento de viabilização e segurança, e não como custo adicional. “O Brasil precisa fortalecer a cultura do seguro. Além de aperfeiçoar a legislação, é necessário ampliar a compreensão sobre a importância do setor e mostrar que o seguro é um instrumento essencial para a segurança de empreendimentos, investimentos e obras estruturantes.” O ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, trouxe ao debate a experiência da crise provocada pelas enchentes no Rio Grande do Sul, em 2024, quando o aeroporto de Porto Alegre ficou submerso por cerca de 20 dias. Segundo ele, o episódio evidenciou a necessidade de o Brasil estruturar uma infraestrutura mais resiliente, capaz de responder rapidamente a eventos extremos. “A experiência vivida no Rio Grande do Sul mostrou que o Brasil precisa investir em uma infraestrutura mais resiliente. O seguro tem papel fundamental, pois contribui para respostas mais rápidas, proteção de ativos estratégicos e maior segurança nos contratos de concessão.” O ex-ministro de Portos e Aeroportos e candidato a deputado federal, Silvio Costa Filho, ressaltou a importância estratégica do mercado segurador para a economia brasileira, sobretudo diante do atual ciclo de concessões e investimentos em áreas como portos, aeroportos, rodovias, ferrovias e saneamento. “O setor de seguros é estratégico para a economia brasileira e para a segurança jurídica dos investimentos. O país vive um ciclo importante de concessões e obras de infraestrutura. E esse é o momento de ampliar o debate sobre a presença do seguro na agenda do desenvolvimento nacional.” Ao encerrar a solenidade, a mensagem entre os participantes foi a de que, além de comemorar sua trajetória, o SindsegNNE entra em uma nova etapa com a missão de contribuir para a expansão do seguro no país, ampliar a compreensão da sociedade sobre sua importância e fortalecer o papel do setor no desenvolvimento econômico e social do Brasil.

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